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E se eu fizer um curso e não gostar, terei que exercer obrigatoriamente esta profissão?

Perguntas respondidas neste Podcast:

Quem eu conheço, que trabalha nesta profissão que tenho pensado em atuar e que poderá me ajudar profissionalmente?

E se eu fizer um curso técnico ou universitário e não gostar, terei que exercer obrigatoriamente esta profissão?

Olá, aqui fala Rubens Borges, Diretor da Good Talents

Comigo está a Denise, Psicóloga Especializada em Orientação vocacional e Profissional para Jovens.

Esta é uma série de podcasts visando ajudar aos pais e jovens adolescentes nos seus desafios quanto as escolhas de curso técnico ou universitário.

Aqui na Good Talents temos ajudado muitos profissionais maduros que estão buscando recolocação no mercado, com dificuldades de estabelecer uma definição de carreira que faça sentido para ele e nós os ajudamos, ao que chamamos, a “sair da canaleta”.

Resolvemos então tratar da causa raiz, que está na escolha da profissão quanto o indivíduo ainda é jovem.

Visite nosso site: https://goodtalents.com.br/alem-da-orientacao-vocacional/

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“O FUTURO ESTÁ NAS MÃOS DOS JOVENS QUE HOJE ESTÃO NAS NOSSAS MÃOS”.

“A CONSTRUÇÃO DE UMA SOCIEDADE MELHOR SÓ SERÁ POSSÍVEL SE HOJE PREPARARMOS OS JOVENS PARA ESTA MISSÃO”.

Certo é que isto é um grande desafio, e para isto contamos com uma competência específica de uma profissional altamente capacitada e especializada neste assunto. A Psicóloga Denise Camargo.

Denise: Bom dia Rubens e a todos que nos ouvem hoje, AOS pais e jovens adolescentes.

Rubens: Conforme prometemos estamos aqui cumprindo nosso desafio de publicar um podcast por semana, visando ajudar os pais e os jovens no processo de construção de sua utilidade profissional.

Então Denise, no nosso Podcast anterior, elencamos várias perguntas que geralmente estão na mente doa pais e dos jovens, e outras que nós consideramos importantes de serem respondidas, e prometemos que iremos tratar aqui de 2 perguntas por cada episódio desta série de podcasts.

E o que temos planejado para falar hoje?

Denise: Assim como nós prometemos hoje vamos abordar 2 questões:

  • Quem eu conheço, que trabalha nesta profissão que tenho pensado em atuar e que poderá me ajudar profissionalmente?

 

  • E se eu fizer um curso técnico ou universitário e não gostar, terei que exercer obrigatoriamente esta profissão?

 

Vamos começar pela 1ª?

Quem eu conheço, que trabalha nesta profissão que tenho pensado em atuar e que poderá me ajudar profissionalmente?

 

Então Rubens você pode nos dar uma dica de como tratar deste assunto?

 

Rubens: Denise, eu tenho vivenciado muitas experiências agradáveis neste sentido.

Quando nós colocamos um profissional frente a um jovem, com a finalidade de compartilhar com ele a sua experiência de vida, como ele decidiu por aquela profissão, como tudo evoluiu ao longo do tempo para que ele pudesse manter a sua utilidade profissional, surpreendentemente isto é mágico.

 

Dessa maneira é como se o jovem pudesse vivenciar uma experiência do futuro profissional agora no presente, e tirar de lá uma resultante imediata, se aquilo está ou não associado aos seus talentos naturais.

 

Ao passo que se o jovem for ao ambiente de trabalho real do profissional, isto fica muito melhor, pois ele poderá se sentir ali, trabalhando.

 

E se ele não se sentir bem assistindo o desenrolar daquele tipo de atividade, isto também é muito bom, pois assim ele elimina aquela “canaleta” da sua vida.

 

 

Denise: Mas para que o jovem adolescente possa aproveitar bem esta oportunidade, o que seria necessário que ele fizesse antes?

 

Rubens: A princípio todo jovem precisa saber quais são os seus talentos naturais, e só assim lá na oportunidade criada, frente a frente com o profissional, é que o jovem adolescente vai sentir se aquilo está alinhado com o que ele tem dentro de si mesmo.

 

Denise: Visto que pode não ser for possível uma visita ao ambiente de trabalho, o que você pode dizer para quem está nos ouvindo?

 

Rubens: Em suma se o profissional que vai cumprir este papel puder explanar o tipo de atividade profissional, os desafios e as oportunidades de desenvolvimento profissional que aquela atividade traz, isto já seria muito importante. Explicar de tal forma que leve o jovem a vivenciar mentalmente a experiência profissional.

 

Denise: Mas nem todos os profissionais estão preparados para isto, você concorda?

 

Rubens: Verdade. Mas aqui no programa de orientação vocacional e profissional – PDT – Direcionamento de Jovens Talentos – nós oferecemos para os pais uma orientação para ser entregue para estes profissionais, antes da entrevista com o jovem, para que o profissional se prepare para esta conversa.

E temos um roteiro de perguntas para os jovens adolescentes, a fim de orientar e garantir que as perguntas essenciais sejam feitas para o entendimento das funções exercidas como: atividades X talentos X competências exercidas, ambiente de trabalho, rotina, objetos do trabalho e retorno do trabalho.

 

Denise: Enquanto você falava Rubens, eu me lembrei de algumas conversas que já tive com profissionais que puderam cumprir este papel na vida de um jovem, e que ficaram muito felizes com isto.

 

Rubens: Disto eu tenho certeza. O sentimento de utilidade que a pessoa tem nestes momentos é muito grande, e muitos até se emocionam ao final destes encontros.

 

Denise: Mas Rubens, conte para quem está nos ouvindo como se encontra um profissional que tenha disponibilidade para isto?

 

Rubens: Este é um trabalho de prospecção em conjunto de pais e filhos com apoio da Good Talents.

Hoje fica mais fácil, pois as redes sociais nos ajudam neste sentido, mas iniciar esta conversa com amigos e familiares, falando desta necessidade geralmente gera estas oportunidades.

Mas isto é algo que nós orientamos dentro do nosso programa de orientação vocacional e profissional – o PDT – Direcionamento de jovens talentos”.

 

Denise: A 2ª pergunta é: E se eu fizer um curso técnico ou universitário e não gostar, terei que exercer obrigatoriamente esta profissão?

Rubens: Pois é Denise, este é um paradigma muito forte, criado pelas gerações anteriores, de que após escolhermos uma profissão, estamos condenados a permanecer nela por toda a vida.

Isto é algo que precisamos mudar urgentemente na cabeça dos jovens. No passado, quando tudo demorava mais tempo para mudar no mundo, as profissões tinham um prazo de validade maior. Hoje o prazo de validade das profissões é muito curto.

 

Então o que defendemos aqui na Good Talents é que a escolha a ser feita pelo jovem, não é a de uma profissão, mas apenas a de um curso universitário ou técnico a ser feito.

 

Acima de tudo, a área de conhecimento do curso que se harmonizar com os talentos naturais do jovem adolescente é que vai formar o núcleo de utilidade deste indivíduo para a sociedade. Por certo a escolha vocacional e profissional deve estar conscientemente alinhada aos talentos naturais do jovem e as competências harmônicas a serem incorporadas ao seu perfil.

 

Denise: Desse modo o que vai ter valor para este jovem adolescente no final de um curso técnico ou universitário?

 

Rubens: Consequentemente, o resultado lá no final do curso, o que tem valor mesmo, é o que o jovem é (TALENTOS NATURAIS MAIS AS COMPETÊNCIAS HARMÔNICAS INCORPORADAS).

Neste sentido, o importante é o jovem se tornar mais atrativo para as empresas, e não o título ou o “canudo” do curso que ele recebeu.

O Título, a certificação universitária ou técnica não é mais hoje a única referência para a contratação.

Veja no mercado financeiro, quantos engenheiros estão trabalhando em bancos, bolsa de valores, finthecs.

 

Denise: Falando em talentos uma boa reflexão é a “PARABOLA DOS TALENTOS”.

 Rubens você pode exemplificar a questão do curso X a utilidade profissional na prática?

 

Rubens: Sim, vou me oferecer como exemplo:

Minha 1ª graduação foi em Engenharia Cartográfica. No 3º ano já sabia que aquilo não era o que eu queria, mas tinha que ir em frente para não decepcionar meus pais.

 

Neste curso pude desenvolver muito a lógica, através das disciplinas de cálculo.

 

Pude desenvolver habilidades de planejamento e de gestão de projetos.

 

Surgiu então uma oportunidade de fazer um curso de programação de computadores, profissão nova que ainda não tinha curso superior para isto.

 

Assim fiz o curso, me dei muito bem e ganhei um estágio na IBM porque a minha lógica era muito boa. Depois fui trabalhar no Ministério do Exército como programador e logo fui promovido por saber planejar bem atividades e projetos.

 

Nunca exerci a Engenharia Cartográfica, eu trabalhei muitos anos na área de TI e tudo o que desenvolvi de competências na Engenharia me ajudou a ser um bom analista de TI.

 

Denise: A propósito, hoje você não trabalha como Engenheiro ou como Analista de TI. O que então isto tem a ver com o sucesso de suas atividades atuais?

 

Rubens: Então, a escolha do meu primeiro curso superior não foi consciente, e acabei não atuando como engenheiro e mesmo depois como analista de TI, o que foi por pouco tempo.

 

Demorei muito a me encontrar, perdi tempo.

Mas, fazem 20 anos que me encontrei, atuando na área de humanas, e sou hoje estou plenamente realizado por estar acionando os meus talentos naturais.

 

Mas uma coisa é certa. Algumas disciplinas que fiz no curso de engenharia, também me ajudaram na minha carreira profissional, e hoje vejo que foram aquelas que tinham um alinhamento com os meus talentos naturais.

 

Denise: Então como você resumiria a resposta à pergunta em questão: E se eu fizer um curso técnico ou universitário e não gostar, terei que exercer obrigatoriamente esta profissão?

 

Rubens: Em resumo, respondendo diretamente:

Não, e provavelmente a função útil do jovem no mundo poderá ou não ter o título do curso universitário.

Enfim, nossa mensagem é, jovem não tenha medo do futuro, não tente garantir hoje uma posição de utilidade no futuro, através de um título a ser conquistado. Bem como tenha coragem de reconhecer seus talentos e de buscar competências complementares que formarão um núcleo forte.

Todo jovem será valorizado pelo que é e também pela sua utilidade e não apenas pelo título que tiver.

 

Denise: Então chegamos ao final de mais um episódio. Esperamos que você jovem tenha aproveitado este conteúdo.

No próximo episódio, conforme o prometido, nossos temas serão:

– Estão dizendo por aí que diploma não garante mais o sucesso profissional?

– Será que tenho mesmo que fazer uma faculdade?

 

Lá no nosso site, temos uma lista de todos os podcasts que estamos publicando nesta série.

 Qual é mesmo o endereço Rubens? 

Rubens: www.goodtalents.com.br/talentojovem

 

Denise: Muito obrigado por nos assistir, que mesmo que não seja ao vivo, mas sabemos que você que nos ouve está aí processando tudo o que estamos falando.

Rubens: Um abraço para você, e até o nosso próximo episódio da série:

“Ajudando os Pais e aos Jovens nas suas escolhas Profissionais”.

Todos os Podcasts desta série já estão gravados e disponíveis no Canal no Youtube:

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Rubens Borges
Rubens Borges

Empresário, Professor de Cursos de Pós-Graduação e MBA, Consultor e Coach Empresarial
Fundador da Íntegra Capacitação Empresarial

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